Postado por Daniel Nonaka
No site abaixo há um tutorial muito interessante sobre a tecnologia Mashup.
http://www.masternewmedia.com.br/gestao_de_informacao_e_visualizacao_de_dados/agregar-conteudos/mashups/o-que-e-um-mashup-tipos-de-mashups-tecnologias-de-suporte-a-mashups.htm
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Projeto IV - Produção - Daniel Nonaka
Postado Por Daniel Nonaka
Mashups são um novo género de aplicações Web interativas que tiram partido de conteúdos recolhidos de fontes de dados externos para criar serviços inteiramente novos e inovadores. São um marco da segunda geração de aplicações Web informalmente conhecida como Web 2.0.
Mashup tira partido de conteúdos recolhidos de fontes de dados externos para criar serviços inteiramente novos e inovadores.
Mashup quer dizer mistura, juntar tudo em uma unidade só. Isso significa usar ferramentas de outros sites para incrementar suas próprias páginas ou o seu blog.
Os mashups estão sendo usados das mais variadas formas. WikiCrimes, HousingMaps e RemixerDemo.
Mashups que extraem conteúdo de sítios Web como a Wikipédia, TV Guide, e praticamente todos os sítios Web governamentais e de domínio público fazem-no através de uma técnica conhecida como leitura de ecrã. Neste contexto, a leitura de ecrã representa o processo pelo qual uma ferramenta tenta extrair informação do fornecedor de conteúdos tentando ler as suas páginas Web, inicialmente concebidas para consumo humano.
Pode criar motores Ajax para mashups com vários toolkits e bibliotecas Ajax (tais como Sajax ou Zimbra), geralmente implementadas em Javascript. A API do Google Maps inclui um motor Ajax proprietário, e o efeito que tem sobre a experiência de utilizador é poderosa: comporta-se como uma aplicação verdadeiramente local onde não existem barras de deslocamento para manipular ou carregamentos de página forçados.
mashups podem ser implementadas de forma similar às aplicações Web tradicionais utilizando tecnologias de criação de conteúdos dinâmicas no servidor, como servlets Java, CGI, PHP ou ASP.
Mashups são um novo género de aplicações Web interativas que tiram partido de conteúdos recolhidos de fontes de dados externos para criar serviços inteiramente novos e inovadores. São um marco da segunda geração de aplicações Web informalmente conhecida como Web 2.0.
Mashup tira partido de conteúdos recolhidos de fontes de dados externos para criar serviços inteiramente novos e inovadores.
Mashup quer dizer mistura, juntar tudo em uma unidade só. Isso significa usar ferramentas de outros sites para incrementar suas próprias páginas ou o seu blog.
Os mashups estão sendo usados das mais variadas formas. WikiCrimes, HousingMaps e RemixerDemo.
Mashups que extraem conteúdo de sítios Web como a Wikipédia, TV Guide, e praticamente todos os sítios Web governamentais e de domínio público fazem-no através de uma técnica conhecida como leitura de ecrã. Neste contexto, a leitura de ecrã representa o processo pelo qual uma ferramenta tenta extrair informação do fornecedor de conteúdos tentando ler as suas páginas Web, inicialmente concebidas para consumo humano.
Pode criar motores Ajax para mashups com vários toolkits e bibliotecas Ajax (tais como Sajax ou Zimbra), geralmente implementadas em Javascript. A API do Google Maps inclui um motor Ajax proprietário, e o efeito que tem sobre a experiência de utilizador é poderosa: comporta-se como uma aplicação verdadeiramente local onde não existem barras de deslocamento para manipular ou carregamentos de página forçados.
mashups podem ser implementadas de forma similar às aplicações Web tradicionais utilizando tecnologias de criação de conteúdos dinâmicas no servidor, como servlets Java, CGI, PHP ou ASP.
Projeto IV - Síntese - Daniel Nonaka
Postado Por Daniel Nonaka
Um mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo.
O conteúdo usado em mashups é tipicamente código de terceiros através de uma interface pública ou de uma API. Outros métodos de codificação de conteúdo para mashups incluem Web feeds (exemplo: RSS ou Atom), Javascript e widgets que podem ser entendidas como mini aplicações web, disponíveis para serem incorporadas a outros sites.
Assim como os blogs revolucionaram a publicação online, os mashups estão revolucionando o desenvolvimento web possibilitando a qualquer um combinar dados de fontes como o eBay, Amazon.com, Google, Windows Live e Yahoo! de maneiras inovadoras. Uma maior disponibilidade de APIs leves e simples tem possibilitado mashups relativamente simples de projetar. Requerem um conhecimento técnico mínimo e os mashups feitos sob encomenda muitas vezes apresentam inovações que eram consideradas improváveis, combinando uma nova disponibilidade pública de dados e novos caminhos criativos.
Algumas vezes encontrou-se também referências aos termos aplicação situacional ou ad hoc sites, referindo-se aos mashups.
Neste ponto, é interessante apresentar algumas das tecnologias e padrões que suportam o conceito de mashups. Tome-se como base os três elementos considerados os componentes de uma aplicação mashup.
Os provedores de conteúdo publicam serviços ou APIs para que outras aplicações obtenham informações de seus sites. De maneira ideal, esses serviços ou APIs devem funcionar de acordo com os princípios de arquitetura conhecidos como REST.
REST é definido por Roy Thomas Fielding como “um estilo de arquitetura para sistemas distribuídos de hipermídia”. REST define um conjunto de propriedades com ênfase na escalabilidade, uso de interfaces genéricas, implantação de componentes independentes, além do uso de componentes intermediários para reduzir latência, prover segurança e encapsular sistemas legados.
Mas, além dessas tecnologias básicas da web, pode-se identificar outras tecnologias mais recentes (ou seria melhor dizer, modelos de aplicações), cuja evolução permitiu o surgimento e a disseminação dos mashups. Não se pretende que a lista a seguir seja extensiva, dada a diversidade e o dinamismo da web, mas podemos citar Web feeds, Ajax, Web Services (SOAP), Screen Scrapping e Web semântica (RDF).
Daniel Nonaka
Um mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo.
O conteúdo usado em mashups é tipicamente código de terceiros através de uma interface pública ou de uma API. Outros métodos de codificação de conteúdo para mashups incluem Web feeds (exemplo: RSS ou Atom), Javascript e widgets que podem ser entendidas como mini aplicações web, disponíveis para serem incorporadas a outros sites.
Assim como os blogs revolucionaram a publicação online, os mashups estão revolucionando o desenvolvimento web possibilitando a qualquer um combinar dados de fontes como o eBay, Amazon.com, Google, Windows Live e Yahoo! de maneiras inovadoras. Uma maior disponibilidade de APIs leves e simples tem possibilitado mashups relativamente simples de projetar. Requerem um conhecimento técnico mínimo e os mashups feitos sob encomenda muitas vezes apresentam inovações que eram consideradas improváveis, combinando uma nova disponibilidade pública de dados e novos caminhos criativos.
Algumas vezes encontrou-se também referências aos termos aplicação situacional ou ad hoc sites, referindo-se aos mashups.
Neste ponto, é interessante apresentar algumas das tecnologias e padrões que suportam o conceito de mashups. Tome-se como base os três elementos considerados os componentes de uma aplicação mashup.
Os provedores de conteúdo publicam serviços ou APIs para que outras aplicações obtenham informações de seus sites. De maneira ideal, esses serviços ou APIs devem funcionar de acordo com os princípios de arquitetura conhecidos como REST.
REST é definido por Roy Thomas Fielding como “um estilo de arquitetura para sistemas distribuídos de hipermídia”. REST define um conjunto de propriedades com ênfase na escalabilidade, uso de interfaces genéricas, implantação de componentes independentes, além do uso de componentes intermediários para reduzir latência, prover segurança e encapsular sistemas legados.
Mas, além dessas tecnologias básicas da web, pode-se identificar outras tecnologias mais recentes (ou seria melhor dizer, modelos de aplicações), cuja evolução permitiu o surgimento e a disseminação dos mashups. Não se pretende que a lista a seguir seja extensiva, dada a diversidade e o dinamismo da web, mas podemos citar Web feeds, Ajax, Web Services (SOAP), Screen Scrapping e Web semântica (RDF).
Daniel Nonaka
terça-feira, 21 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Projeto III
Apresentação de Slides sobre Mashup, abordando definição, conceitos básicos, principios e aplicações no mercado.
Projeto iii
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Modelos leves e custos em escala
Aplicativos existentes hoje na Web 2.0 são caracterizados por serem modelos leves e possuírem custos em escala. Isso indica que os aplicativos possuem em comum algumas peculiaridades:
- são desenvolvidos buscando a simplicidade.
- têm como objetivo principal facilitar a manipulação pelo usuário e permitir que o aplicativo seja acessível para um maior número de pessoas.
- favorecem a reutilização de aplicativos e componentes, uma vez que os aplicativos possuem similaridades de implementação e não necessitam ser desenvolvidos “do zero”, já que há muita coisa pronta na internet.
Considerando o aspecto de preços e lucros de tecnologias e negócios em escala, é possível destacar algumas observações:
- o reaproveitamento de trabalhos já existentes na web faz com que os custos de desenvolvimento sejam diluídos pela cadeia de produção.
- a Lei da Conservação dos Lucros que diz que sempre que todo mundo estiver oferecendo o mesmo produto ou serviço (e ninguém lucrando acima da média), a tendência é alguém lançar uma solução inovadora e alcançar um lucro maior. Todos recriarão essa novidade e ela se tornará padrão. A partir daí, outra inovação aparecerá e sempre haverá essa intercalação entre nivelação e sobressalência.
- exemplos que ilustram a Lei da Conservação dos Lucros são os softwares livres que permitem o seu aprimoramento através de contribuições dos usuários; e, dos browsers, a todo instante em constante modificação.
Uma outra característica interessante e bastante presente em modelos leves é a existência de modelos de negócios sindicalizados que consiste em:
- sindicalização de sites com a utilização de protocolos padrões – como o RSS – que permitem ao usuário reutilizar o conteúdo da página em outro contexto posteriormente.
- um exemplo de negócio sindicalizado é o website HousingMaps.com que utiliza de uma maneira “emprestada” a lista de apartamentos propostos no website Craigslist e os coloca num mapa do Google Maps.
Por fim, não poderíamos deixar de mencionar o “Markting Viral”, que se refere a uma prática cada vez mais frequente nas redes sociais. O termo que compara o marketing ou propaganda à um vírus ou praga refere-se a técnicas de marketing que são desenvolvidas através de redes sociais, blogs e também em sites de relacionamento específicos de cada segmento, com objetivo de produzir ganhos na promoção da imagem do anunciante e fixação da marca. As pessoas usuárias dessas redes, com o compartilhamento de conteúdos de interesse mútuo, acabam por se tornar o veículo que transmite a mensagem de marketing. Sendo assim, a comunicação através de comunidades, redes sociais ou blogs, proporciona uma maior aproximação de usuários com interesses semelhantes que interagem entre si e formam grupos que compartilham experiências e opiniões.
Algumas referências sobre o tema “Web 2.0: Modelos leves e custos em escala”:
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